M.Espírita

Buscando a felicidade

Ser feliz é perseguir a realização dos sonhos, e entender que o mundo pode ser um lugar de alegrias.

Ser feliz é se entusiasmar com tudo o que podemos fazer hoje, e que talvez amanhã não possamos mais.

Ser feliz é espantar a tristeza, as preocupações, o desânimo para longe. E viver.

Ser feliz é ter Deus no coração e a certeza de que Ele jamais nos faltará.

Ser feliz é amar, sorrir, cantar, é iluminar tudo ao nosso redor.

Ser feliz é conseguir derrubar as barreiras do preconceito, que nos separam das demais pessoas.

Ser feliz é abrir as jaulas onde nos trancamos com nosso egoísmo e orgulho.

Ser feliz é ser capaz de trocar o cultivo do sofrimento por bênçãos de aprendizados.

Ser feliz é ter a certeza da presença de Deus, transformando a vida em hino de glória.

Ser feliz é fazer do amor as asas que nos permitirão alçar voos a imensas alturas.

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Ano novo

Hoje é o dia que dá início a um novo ano.

É o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperanças renovadas. É um momento de alegria e confraternização.

As rogativas, em geral, são para que se tenha muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender.

Mas será que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?

Se Deus nos dá saúde, o que normalmente ocorre é que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimentação, bebidas alcoólicas, tabaco, ou outras drogas não menos prejudiciais à saúde.

Não nos damos conta de que a nossa saúde depende de nós.

Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.

Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.

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Solucionando conflitos

Às vezes, ao querer solucionar nossos problemas, acabamos por piorá-los.

Na tentativa de amenizar ou de omitir certas dificuldades, seguimos pelo caminho duvidoso, e colocamos tudo a perder.

Determinadas situações exigem que sejamos práticos e diretos na resolução do que nos incomoda.

Por exemplo, se precisamos de um médico, não devemos nos deter por medo antecipado do que nos poderá ele prescrever, em termos de dietas e outros cuidados.

Ao contrário, necessitamos marcar o quanto antes a consulta para termos o correto diagnóstico e correspondente tratamento.

Se o remédio é amargo, mas resolve o problema, quanto antes o tomarmos, melhor.

Da mesma forma, ao enfrentarmos questões emocionais.

Se nos atritamos com alguém, o melhor caminho é aclarar a situação e resolver o problema.

Se mágoas invadem nosso coração, preciso se faz analisar os motivos que as causaram, e saná-las antes que se tornem demasiado profundas e nos causem transtornos.

Se dúvidas invadem nosso ser, busquemos as certezas que nos permitirão encontrar as soluções.

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O Aniversariante

Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite.

Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros avós, a ceia natalina.

Nada mais do que um acordo amigável.

A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando.

O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado.

Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um Aniversário muito importante.

O Aniversário de Alguém especial.

Entre a emoção e o entusiasmo, a avó narrava como se dera o nascimento do Aniversariante, alguns detalhes da Sua vida e Seus ensinamentos.

Chegava, enfim, o momento de todos cantarem Parabéns a você.

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Perdoar a si mesmo

Quando Ava descobriu que estava grávida, teve um choque. Havia tomado as precauções necessárias, mas alguma coisa não tinha saído como planejado.

Era muito jovem. Pensou nos planos que havia construído para o futuro, nas viagens que queria fazer, nos cursos, no emprego dos seus sonhos. Nada disso seria possível se ela tivesse que se dedicar à maternidade.

Ela acreditava que para realizar o que tanto almejava não seria possível constituir uma família.

A ideia de ter um filho era assustadora e inaceitável. Decidiu-se pelo abortamento.

Não contou a ninguém. Simplesmente comunicou a decisão ao namorado, que se mostrou bastante aliviado. Também ele não queria filhos.

Apesar de ser cristã e ter consciência de que estava prestes a cometer um crime que violava leis humanas e Divinas, não voltou atrás. O pavor que sentia era mais forte que sua crença.

Em silêncio, procurou uma clínica e se submeteu a um procedimento que interrompeu a gravidez.

Os anos se passaram. Ava estudou, se formou, viajou, construiu a tão sonhada carreira. Mas não foi feliz. O remorso a acompanhava todo o tempo. Quando via uma mãe com um filho, pensava naquele que impedira de nascer.

E assim foi criando em si um sentimento destrutivo, potencializado pela ação de outros pensamentos negativos.

A vida trouxe muitos reveses e Ava, sob o peso dos erros, da culpa, da invigilância, do afastamento do bem, da falta de oração, deixou-se envolver em uma negatividade aflitiva e crescente.

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