M.Espírita

Ações positivas

Em revista de grande circulação em nosso país, foram enumeradas diversas ideias que podemos colocar em prática visando a melhoria do planeta em que vivemos.

Primeira: Informe-se.

Acompanhe as notícias sobre meio ambiente. Atualize-se. Estude a fundo os aspectos que mais lhe interessam.

Segunda: Aja localmente.

Pense a respeito de como colaborar na família, na vizinhança, na escola dos filhos e na comunidade.

Participe mais de tudo e difunda suas ideias sobre um mundo melhor.

Terceira: Pense localmente.

Estabeleça vínculos entre temas locais e globais.

Apesar de magnitudes diferentes, os dois universos se correlacionam.

Quarta: Some.

Antes de pensar em formar uma Organização Não Governamental, procure uma parecida na qual você possa se engajar.

Quinta: Otimismo é fundamental.

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Renascer com as manhãs

Quando Jesus falou com o doutor da lei, Nicodemos, sobre nascer de novo, não estava falando apenas sobre as novas existências materiais.

É necessário renascer da água e do Espírito – disse o Mestre, com poesia.

A água representa o elemento material. Os antigos tinham a crença de que toda a vida havia surgido das águas. Assim, a água representa nosso elemento material, os renascimentos em novos corpos físicos.

Porém, Ele falou também em renascer do Espírito e, com isso abriu novos horizontes aos já vastos conhecimentos daquele chefe dos judeus.

Jesus falou em renovar-se. Não basta voltar ao palco terrestre inúmeras vezes. Faz-se necessário modificar-se, esculpir a alma, melhorar-se.

E para isso o Criador nos dá oportunidades grandiosas e mensagens muito claras.

Vejamos alguns exemplos: cada vez que reencarnamos, voltamos como se fosse nossa primeira vida, com este frescor de renovação, com novas chances, esquecendo o passado, ganhando uma nova vestimenta carnal.

Chegamos aqui como bebês, desprotegidos, inspirando amor, cuidados, tendo que reaprender tantas coisas que já sabíamos antes. Tudo em nome desse projeto de renovação.

Recebemos como familiares antigos amores, mas também desafetos, em perfeito sigilo, para que possamos nos adequar a essa nova formação familiar e tentar viver em harmonia.

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Cooperação versus competição

Numa rede social, em um bate-papo sobre os desafios de uma sala de aula inclusiva, duas educadoras conversavam sobre a forma como as crianças com necessidades especiais são comumente deixadas de fora de jogos e brincadeiras, principalmente as que pressupõem vencedores e perdedores.

Uma das professoras postou um relato emocionado:

Tenho uma aluna com baixa visão. Na realidade ela não enxerga nada. Sempre é a última a ser escolhida nas brincadeiras.

Levei um jogo de boliche para as crianças brincarem e ela foi a última a ser escolhida no time. Dava até para ouvir os comentários das crianças sobre a impossibilidade dela acertar os pinos.

Peguei na mãozinha dela, pedi que se concentrasse e percebesse o caminho, que fizemos juntas.

Pedi silêncio aos alunos. Houve algumas risadas, mas quando ela pegou a bola e lançou... Strike!

Em todas as rodadas ela fez strike. Impossível descrever a alegria dela no primeiro strike e nos seguintes. Muito menos a cara de espanto dos colegas, principalmente daqueles que se achavam os melhores e desdenharam dela.

Eu amo essas crianças. São maravilhosas e ensinam muito, a todos nós.

Essa professora, além de ser uma inspiração, nos faz refletir sobre como nos comportamos diante de crianças especiais e como estamos preparando a infância de hoje para o futuro.

Um dos grandes problemas de nossa cultura é priorizar a competição. Na competição, aprende-se que é preciso vencer e quem fica para trás é fraco.

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Como convencer as pessoas

Todos temos e fazemos opções que nos guiam em nossa trajetória terrena.

Escolhemos nossa tendência política, valores com que conduzimos nossa vida, a maneira como vivenciamos nossa religiosidade.

Essas escolhas são frutos de nossas vivências, aprendizado, reflexões.

É natural que elas se tornem algo tão importante para nós, que as defendamos e as confrontemos ante outras ideias e conceitos.

Com certeza, já nos deparamos com pessoas que, imbuídas de suas convicções, insistem em delas nos convencer.

Com seus argumentos, abraçados em suas ideologias, passam a travar verdadeiras batalhas de palavras, promovendo quedas de braço intelectuais, na tentativa de convencimento.

De igual forma, defendemos apaixonadamente a religião a que nos vinculamos.

Desdobramo-nos para mostrar quão melhor se apresenta a nossa opção político-ideológica.

Nisso tudo, esquecemos que nossos argumentos talvez não sejam a melhor maneira de convencer a quem quer que seja.

Argumentos e conceitos exigem esforço intelectual, reflexão, análise.

Contudo, a vivência daquilo que cremos e defendemos, é uma mensagem muito mais forte e arrebatadora.

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Tempo de ação

Estamos no Terceiro Milênio. Pensávamos que este seria um milênio de paz, de tranquilidade.

No entanto, conforme as exortações do Mestre de Nazaré, ouvimos falar de guerras e rumores de guerras.

A orientação é de que não devemos nos perturbar porque forçoso é que assim aconteça. Mas ainda não é o fim.

Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino. E haverá fome e terremotos em vários lugares.

Mas todas essas coisas são o princípio das dores.

Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão.

Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.

E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.

Relendo os apontamentos do Evangelista Mateus é de nos indagarmos o que foi que não entendemos, ainda.

Por que nos escandalizamos tanto com as atribulações deste século quando tudo foi predito pelo Senhor das estrelas?

Ele nos advertira a fim de que nos preparássemos. Muitos de nós não fizemos a lição.

Contudo, há tempo. Há tempo de nos conscientizarmos que os tempos são chegados. Tempos da grande transformação.

Tempos em que as tribulações chegam, alcançando os indivíduos, as famílias, as nações.

É tempo de acionar o amor e a compreensão.

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